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Nossa História · desde 2015

De uma conversa entre vizinhos a uma força metropolitana.

Tudo começou em 2014, quando moradores de Balneário Camboriú e Itajaí passaram a se reunir para discutir gargalos comuns em mobilidade, saúde e planejamento urbano. Esses encontros amadureceram até a fundação do Foro, em 6 de setembro de 2015 — e nunca mais pararam.

Desde o primeiro estatuto

Seis princípios que não se negociam.

01Imparcialidade
02Neutralidade
03Independência
04Moralidade
05Voluntariado
06Universalidade
Linha do tempo

Uma década de atuação.

2014A ideia

Vizinhos com problemas em comum

Moradores de Balneário Camboriú e Itajaí passam a se reunir para discutir gargalos comuns em mobilidade, saúde e planejamento urbano. Nascia ali a vontade de articular a região por meio de um espaço cívico, apartidário e independente.

20156 de setembro · fundação

O Foro Metropolitano é constituído

Na assembleia de 6 de setembro de 2015, o Foro Metropolitano da Foz do Rio Itajaí Açu é formalmente constituído como associação civil sem fins lucrativos, com sede em Itajaí, personalidade jurídica própria e duração por prazo indeterminado.

Já no primeiro estatuto, a missão fica clara: congregar a sociedade civil para defender os interesses difusos da esfera metropolitana.

2015—2017 · estruturação

Uma casa com fundações sólidas

Nos dois anos seguintes a entidade se organiza por dentro: cria a Assembleia Geral, o Conselho Deliberativo, a Mesa Diretora e um Observatório Regional — este último com legitimidade para propor ações civis públicas em nome da coletividade.

Surgem também os primeiros programas de educação cívica, seminários sobre gestão regional e oficinas para capacitar voluntários no controle social das contas públicas.

Reunião do Foro com representantes de órgãos públicos de segurança
Articulação com órgãos públicos da região
2018justiça

A primeira grande vitória na Justiça

O Foro ingressa na Justiça Federal contra a concessionária Autopista Litoral Sul, exigindo a conclusão das pontes das marginais da BR-101 em Itajaí e Balneário Camboriú. O processo termina em acordo que obriga a empresa a entregar as obras — e se torna um caso-modelo de mediação judicial exitosa.

No mesmo ciclo, a entidade propõe outras ações coletivas, como a ACP sobre o trevo da BR-101 com a SC-486, cobrando prazos, cronogramas de obra e reparação quando a inércia estatal prejudicava milhares de usuários.

Obras nas marginais da BR-101, com sinalização e maquinário
Obras nas marginais da BR-101, no centro da disputa
“É muito blá-blá-blá… e tão fácil resolver: fazer um retorno no KM 128 e resolvido o problema de todos!” Cartaz erguido por um morador em assembleia pública da região
Cidadão ergue cartaz manuscrito durante assembleia pública
A voz da comunidade nas assembleias do Foro
202312 de setembro · reforma

Mais forte e mais aberto à participação

Uma assembleia on-line revisa profundamente o estatuto: amplia o Conselho para até 31 cadeiras e abre caminho para reuniões virtuais e votações eletrônicas, facilitando a participação de voluntários por toda a região.

A mesma reunião institui o Conselho Superior de Presidentes — órgão consultivo formado por ex-dirigentes — e ratifica o Observatório Regional como braço de pesquisa e litígio estratégico.

2024o porto

A batalha pela gestão do Porto de Itajaí

Quando a transição da gestão do Porto de Itajaí para a União ameaçou ser abrupta, o Foro foi à Justiça com uma Ação Civil Pública para que a federalização não fosse truculenta — e conquistou liminar para garantir a continuidade da gestão e uma transição responsável. No mesmo ano, somou-se à mobilização regional pelos avanços do Aeroporto de Navegantes.

Vista aérea do Porto de Itajaí
O Porto de Itajaí, no centro da disputa de 2024
2025protagonismo

O ano em que a sociedade civil ganhou cadeira

Um ano de protagonismo. O Foro foi eleito para o Conselho da Cidade de Itajaí e, em outubro, para o COMDEMA — o conselho municipal de meio ambiente — com quinze votos da sociedade civil. Aprovou seu novo estatuto, divulgou relatório sobre os gastos com diárias no CIM-AMFRI, com acompanhamento junto ao TCE/SC, e levou as “Vozes que Governam” às comunidades do interior de Itajaí.

Reforçou a participação no Plano Diretor de Balneário Piçarras e inaugurou sua era digital com um sistema próprio de gestão de arquivos. E, na Justiça, foi a voz das comunidades quando a decisão definitiva sobre a SC-486 (BR-101–Brusque) obrigou o Estado a concluir travessias e sinalização.

Entidades da sociedade civil, entre elas o Foro Metropolitano, na Câmara de Vereadores de Itajaí
A sociedade civil eleita — o Foro entre as entidades
Rodovia SC-486 duplicada, com nova barreira central
SC-486: o Estado obrigado a concluir as obras
2026o ano em curso

Formando a próxima geração

O Foro leva o projeto “Cidadania em Ação: o Foro vai à Escola” às escolas de Itajaí, ensinando os Três Poderes e o controle social aos estudantes. Porque uma região bem fiscalizada começa com gente que aprende, desde cedo, a fiscalizar.

Educadora apresenta os Três Poderes a estudantes no projeto Cidadania em Ação
“Cidadania em Ação”: educação cívica nas escolas · 2026
Como nos organizamos

Uma estrutura feita para durar.

Instância máxima

Assembleia Geral

Onde os associados deliberam sobre os rumos da entidade.

Estratégia

Conselho Deliberativo

Define prioridades e diretrizes. Desde 2023, com até 31 cadeiras, reuniões virtuais e voto eletrônico.

Execução

Mesa Diretora

Executa as decisões e representa o Foro no dia a dia institucional.

Pesquisa e litígio

Observatório Regional

Braço de dados e litígio estratégico, com legitimidade para propor ações civis públicas pela coletividade.

Memória

Conselho Superior de Presidentes

Órgão consultivo de ex-dirigentes, instituído em 2023 para orientar e preservar a história da entidade.

Participação

Voluntários e associados

A base que move tudo: cidadãos que doam tempo e conhecimento à causa regional.

Esta história também é sua.

Conheça o que já levamos à Justiça pela região — ou junte-se a quem constrói o próximo capítulo.